O rock é caracterizado não só pela sonoridade, mas também pelo visual e atitudes associadas a esse estilo musical. Desde sua criação, o rock é carregado de energia e contestação aos padrões nas diferentes épocas e sociedades.

Há inúmeros subgêneros do rock, que também se dividem em mais ramificações. Mas quando o rock começa a tocar, a gente logo reconhece e é praticamente impossível ficar indiferente à essa sonoridade.

O time de professores da SPOTLIGHT Escola de Músicos foi desafiado a recomendar músicas que representem esse tal de rock. São diversos estilos que criaram uma playlist única cheia de força e alegria (link no fim do post). Confira as indicações:

BRUNO FERREIRA (bateria): “Territory” do Sepultura mostra a força dos tambores brasileiros. A linha percussiva do Sepultura influenciou bandas como Slipknot, em uma mistura apocalíptica de guitarras pesadas e tambores.

DANILO OLIVEIRA (baixo): “Killing In The Name” do Rage Against The Machine. Curto bastante essa música por existir outros gêneros músicas misturado ao rock, como o funk norte-americano e o rap.

DÉBORA PAIVA (canto, violão e voz):  The Beatles com “Blackbird”. Passei a infância e adolescência estudando violão erudito e sempre gostei de tocar uma música de Bach chamada Bourée, todos estudantes de violão passam por essa música. Paul McCartney (meu Beatle favorito) se inspirou no começo da Bourée para compor uma das mais belas músicas dos Beatles que está no álbum Branco.

ESTHER CHIRICO (teclado): “I Don’t Want To Miss A Thing” do Aerosmith tem um grupo de cordas que deixa a música muito bonita, forte e que faz mergulhar na música. A melodia é doce e romântica. É uma declaração de amor completa. E “Família” dos Titãs que expressa a nossa rotina de ser família, dilemas e costumes. Tem um ritmo animado que dá um tom divertido ao cotidiano.

GIL KOCH (bateria): The Traveling Wilburyscom “Handle with care”. Pessoas devem ser manuseadas com cuidado. Grande tema, grande realização. 3 temas melódicos fortes. Mestres! E a música “Centerfold” da The J. Geils Band. Crescer nos 80’s foi um privilégio. Uma das preferidas da minha ‘trilha’. Grande banda e uma história divertida contada neste arena hit.

GIOVANNA SPINELLI (violão e ukulele): “Índios” da Legião Urbana. Dado (guitarrista) utiliza uma única frase e “passeia” com ela pelo braço da guitarra… Acho bem bacana e sempre passo para meus alunos.

GON (violão e ukulele): “Surreal”. Scanele é pra mim uma banda de rock completa. As Letras são incrivelmente bem escritas, as músicas muito bem estruturadas. O álbum Real/Surreal é o meu preferido, e acho que vale muito a pena dedicar um tempo para ouvi-lo inteiro em uma escutada só. E “Maremotos” da Supercombo, outra banda do universo Indie que adoro indicar. Muito criativos tanto nas letras, quanto clipes e construção das músicas. São incríveis, e esse música mostra um pouco de tudo. Busque, feche os olhos e tente se conectar com o que está sendo dito.

GUSTAVO SAMPAIO (diretor): “Gimmie Shelter” de The Rolling Stones. Para mim eles resumem o rock.  E quando toca, não dá para ficar parado. E “Like a Rolling Stone” do Bob Dylan para representar o rock americano, com fortes origens no folk.

MAÍRA PAGLIUSO (musicalização infantil): “Someday”, The Strokes. Além de ser uma das minhas bandas favoritas, eles colocaram o rock novamente em alta nos anos 2000 com seu primeiro álbum Is This It. Adoro os riffs de guitarra dessa canção! E “A Day In The Life”, The Beatles. Essa canção é do álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band de 1967 e sua gravação demorou quase um mês para ser finalizada com a mistura de orquestra e ruídos sonoros, formando uma massa sonoro-musical muito interessante. É considerada uma das maiores canções de todos os tempos segundo a revista Rolling Stone.

MARCOS NÓBREGA (canto): “Rock and Roll” do Led Zeppelin é um clássico. E “Manic Depression” do Jimi Hendrix. Será que Rock é só 4/4?

MARCUS WOOD (violão e guitarra): “The Song Remains The Same” do Led Zeppelin é a música de abertura do quinto disco da banda no seu auge, tanto em relação às letras como no instrumental. E  “Xanadu” está no quinto álbum do Rush, gravado em 1977 durante sua fase progressiva. Instrumental elaborado, canções repletas de climas e com longa duração! Tornou-se referência mundial no estilo junto ao Yes, Gentle Giant, Genesis e King Krinson.

NATHALIE RABELO (bateria): “Every Little Thing She Does is Magic” se tornou um hit em 1981 da banda The Police. Música com grooves e acentos bem marcantes e característicos do baterista Stewart Copeland. O baterista João Barone do Os Paralamas do Sucesso é um super fã declarado do Stewart e em algumas músicas de sua autoria você percebe a “semelhança” de grooves e acentos.

NATHAN VALENTE (violão): “Reelin’ In The Years” do Steely Dan, um dos grandes grupos do chamado AOR (Adult Oriented Rock). Escutando seus discos é interessante reparar o bom gosto das escolhas, sem exageros e sempre em prol da música. E “The Jack” do AC/DC. Umas das bandas que sintetizam a atitude do rock: riffs concisos e impactantes, solos melódicos e todo o balanço e atitude herdados do blues.

PAULO RIBEIRO (teclado): Van Halen com “Jump”. Música desafiadora para todos os instrumentos. Nem sempre se tem a sorte de achar quem queira arriscar essa. E “The Power Of Love” de Huey Lewis. Tema do meu filme favorito!

PEDRO RAMOS (guitarra e violão): “Little Wing”. A guitarra, e em especial a guitarra no rock, é dividia em antes e depois de Jimi Hendrix. E “Bohemian Rhapsody”, porque considero que o Queen gravou o tema de rock mais ousado e criativo de todos os tempos.

Ouça e siga essa playlist. E no perfil da SPOTLIGHT Escola de Músicos no Spotify e no Deezer tem outras playlists muito legais pra você.

SPOTIFYhttps://open.spotify.com/playlist/2kGOhH2tE6zJEMM8xU31jo?si=u-I4BNeqRn-KUaFi4YMvbQ

DEEZERhttps://www.deezer.com/playlist/7872530482?utm_source=deezer&utm_content=playlist-7872530482&utm_term=1371587568_1594350006&utm_medium=web

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